Diabetes!!!!! Eu tenho Diabetes? Dieta, Tapioca? 2017

 

 

entendendo-diabetes-1-638A diabetes é uma doença que aumenta a quantidade de glicose no sangue. Ela se manifesta quando o organismo não consegue utilizar os nutrientes (derivados de carboidratos, proteínas e gorduras), provenientes da digestão dos alimentos, para produzir energia e mover o corpo ou para armazená-los nos em órgãos como o fígado, músculos e células gordurosas.

Uma de suas causas é a deficiência do hormônio de insulina, que atua como uma espécie de mensageiro químico, produzido no pâncreas.

 Ele é liberado no corpo e atua em partes distintas do organismo. Nos quadros de diabetes tipo 1 o organismo não consegue produzir insulina. No tipo 2, geralmente há uma combinação da deficiência parcial da produção e uma resposta reduzida do corpo ao hormônio, o que é denominado de resistência à insulina.

Pâncreas:

 É um órgão localizado atrás do estômago que produz alguns hormônios importantes para nosso sistema digestivo. Em condições rotineiras, quando o nível de glicose no sangue sobe, células especiais, chamadas células beta, produzem insulin. Entretanto, se não houver acompanhamento, as altas taxas de glicose no sangue podem favorecer algumas complicação.

Hiperglicemia: Quando os níveis de açúcar estão muito altos no organismo.

Até 99 mg/dl – Normal

De 100 a 125 mg/dl – Pré-diabetes

126 ou mais – Diabetes

 

Hipoglicemia: É caracterizada por um nível anormalmente baixo de glicose no sangue, geralmente abaixo de 70 mg/dl. É importante não considerar apenas este número – o médico deverá dizer quais níveis são muito baixos para você.

Aumentar a quantidade de exercícios sem orientação correta, ou sem ajuste correspondente na alimentação ou na medicação; pular refeições; comer menos do que o necessário; exagerar na medicação, acreditando que ela vai trazer um controle melhor; e ingestão de álcool são causas comuns de hipoglicemia.

A hipoglicemia em situações extremas pode levar à perda de consciência, ou a crises convulsivas, sendo muito graves, e  medidas imediatas.

Diabetes Tipo 1:

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença.

O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

Diabetes Tipo 2:

O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia.

Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

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Pré-Diabetes:

Pré-diabetes afeta em media 8% da população brasileira e pode ser reversível. Mais de 70 mil morrem por ano por causa da doença no pais.

 A pré-diabetes é uma condição que, como o nome já diz, precede a diabetes, mas pode ser reversível se forem adotados hábitos de vida mais saudáveis.

A situação ocorre quando a taxa de açúcar no sangue varia entre 100 e 125 mg/dl. A partir daí, a pessoa já é considerada diabética.

O risco de diabetes aumenta nos seguintes casos:

  • Obesidade
  • Familiar próximo com diabetes (pai, mãe, irmãos e filhos)
  • Sedentarismo
  • Mulheres que tiveram filhos, que nasceram com mais de quatro quilos
  • Hipertensão arterial
  • Colesterol ou triglicérides alterados
  • Síndrome dos ovários policísticos ou acantose nigricante
  • Histórico de doença vascular

Outros fatores de risco para desenvolver a doença são: hipertensão, triglicérides altos, síndrome dos ovários policísticos, casos da doença na família e bebês que nascem acima de 4 kg.

A diabetes também favorece o aumento de problemas cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

Outros Tipos de Diabetes:

Outros tipos de diabetes são bem mais raros e incluem defeitos genéticos da função da célula beta (MODY 1, 2 e 3), defeitos genéticos na ação da insulina, doenças do pâncreas (pancreatite, tumores pancreáticos, hemocromatose), outras doenças endócrinas (Síndrome de Cushing, hipertireoidismo, acromegalia) e uso de certos medicamentos.

Diabetes Gestacional:

imagens (1)Atenção especial deve ser dada ao diabetes diagnosticado durante a gestação. A ele é dado o nome de Diabetes Gestacional.

Pode ser transitório ou não e, ao término da gravidez, a paciente deve ser investigada e acompanhada..

Na maioria das vezes ele é detectado no 3o trimestre da gravidez, através de um teste de sobrecarga de glicose. As gestantes que tiverem história prévia de diabetes gestacional, de perdas fetais, má formações fetais, hipertensão arterial, obesidade ou história familiar de diabetes não devem esperar o 3º trimestre para serem testadas, já que sua chance de desenvolverem a doença é maior. A causa exata do diabetes gestacional ainda não é conhecida.

Fatores de risco:

  • Idade materna mais avançada: acima de 30 anos
  • Ganho de peso excessivo durante a gestação;
  • Sobrepeso ou obesidade;
  • Síndrome dos ovários policísticos;
  • História prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional;
  • História familiar de diabetes em parentes de 1º grau (pais e irmãos);
  • História de diabetes gestacional na mãe da gestante;
  • Hipertensão arterial na gestação;
  • Gestação múltipla (gravidez de gêmeos).

 

Afinal existe diabetes emocional?

A verdade é simples: diabetes emocional não é um diagnóstico da doença propriamente dita, mas as emoções, positivas ou negativas, que sentimos pode desequilibrar o nível de açúcar no sangue, no caso de uma predisposição ao desenvolvimento da Diabetes o fator emocional pode ser o responsável pelo desencadeamento. Apesar de não existir a Diabetes Emocional, a doença pode sim, ser desencadeada por um problema de ordem psíquica, porém, somente em quem apresenta condições para isso, quer dizer, alguma predisposição genética. O estresse emocional, tanto o bom quanto o ruim, pode funcionar como um gatilho que aciona o diabetes do tipo 1 e 2 em indivíduos com histórico familiar para a patologia.

Efeitos da Diabetes:

Pode-se dizer com convicção: quanto melhor e mais cedo o diabetes for tratado, menos efeitos ele terá sobre o corpo. Caso o diabetes seja muito bem controlado, é bem possível que nenhum efeito negativo seja sentido! Vejamos uns exemplos de diabetes mal cuidadas, os efeitos causados no corpo humano:

  • Retinopatia diabética: é uma doença seria que caso não tratada corretamente pode levar a cegueira, ou ao deslocamento da retina.Essa doença atinge diretamente a retina dos olhos, que é a parte da percepção de luz.
  • Nefropatia diabética: esse é o nome dado a má funcionamento dos rins.Se não for bem cuidada pode levar a falência renal, mas para que chegue nesse estadio pode levar cerca de 20 anos para que a nefropatia evolua.
  • Neuropatia diabética: significa “danos aos nervos” portanto, neuropatias costumam ser bastante dolorosas.

Além de prejudicar o Coração, ajudando no ataque cardíaco e nas doenças coronárias.

O Estomago quando a diabetes não é tratado, pode vir a  danificar nervos e vasos sanguíneos. Quando nervos do nosso trato digestivo são afetados, isso pode, sim, levar a náuseas, constipação ou até mesmo diarreia.  

Danos nos vasos sanguíneos prejudicam suas funções em relação à Pele. Daí, ela fica mais seca, menos vistosa, infecções de fungos e bactérias tornam-se mais comuns e machucados e queimaduras demoram muito mais para sarar.

Exercícios Físicos:

exercícios de 99097_960_720A atividade física é essencial no tratamento do diabetes para manter os níveis de açúcar no sangue controlados e afastar os riscos de ganho de peso.  

A prática de exercícios deve ser realizadas de três a cinco vezes na semana. Há restrição nos casos de hipoglicemia, principalmente para os pacientes com diabetes tipo 1.

 Dessa forma, pessoas com a glicemia muito baixa não devem iniciar atividade física, sob o risco de baixar ainda mais os níveis. Por outro lado, caso o diabetes esteja descontrolado, com glicemia muito elevada, o exercício pode causar a liberação de hormônios contra reguladores, aumentando mais ainda a glicemia.

Em todos os casos, os pacientes com diabetes devem sempre combinar com seus médicos quais são as melhores opções. Lembrando que o ideal é privilegiar atividades físicas leves, pois quando o gasto calórico é maior do que a reposição de nutrientes após o treino, pode haver a hipoglicemia.

A importância da boa alimentação:

frutasssss (1)1A dieta ideal para quem tem o problema varia para cada diabético. Um plano alimentar completo só pode ser oferecido se a pessoa fizer uma visita a um profissional qualificado, que observará os níveis glicêmicos e de colesterol, o peso, a atividade física do paciente e suas preferências alimentares.

 

Entretanto, algumas recomendações são iguais para todos, como fazer três refeições por dia intercaladas com pequenos lanches e preferir por alguns alimentos em detrimento de outros.

Confira alguns cuidados:

  • Comer menos açúcar
  • Diminuir a carne vermelha
  • Comer peixes com mais frequência
  • Fique de olho no sal
  • Cuidado como álcool

Porém, lembre-se de preferir sempre coisas integrais, pois eles são ricos em fibras, que melhoram a ação da insulina. Confira algumas receitas deliciosas para diabáticos no final desta matéria.

Frutas com alto índice glicêmico:

Banana

Mamão e papaia

Manga

Uva

Caqui

Fruta do conde

 

Frutas com baixo índice glicêmico:

dinheiro

Maçã

Morango

Pêssego

 

A importância do acompanhamento médico:

 

Só um especialista poderá orientar de forma correta aos procedimentos e cuidados tomados após o descobrimento da doença, é importante que você compareça regularmente ao seu médico para as orientações a serem passadas, e ajudar a controlar sua diabetes.

  • a orientação nutricional adequada,
  • como evitar complicações,
  • como usar insulina ou outros medicamentos,
  • como usar os aparelhos que medem a glicose (glicosímetros) e as canetas de insulina,
  • fornecer orientações sobre atividade física,
  • fornecer orientações de como proceder em situações de hipo e de hiperglicemia.

 

De acordo com a necessidade, as consultas devem ser mensais, bimestrais ou trimestrais, com eventuais contatos por telefone ou fax, com envio da monitorização glicêmica.

Nas consultas são solicitados os exames que devem incluir a glicemia, a hemoglobina glicada trimestral (que dá a média da glicemia diária nos últimos 2 a 3 meses), função renal anual (ureia, creatinina, pesquisa de microalbuminúria), perfil lipídico anual ou semestral, avaliação oftalmológica anual, avaliação cardiológica.

Os demais exames devem ser solicitados de acordo com a necessidade individual do paciente.

 

 

 

 

 

Tapioca Saudável

Pré-diabetes afeta 12% da população brasileira e pode ser reversível

A tapioca, que é um alimento feito a partir da fécula da mandioca, não contém glúten e gordura.

Comparado ao pão tradicional, a tapioca é um alimento com baixo índice glicêmico, tornando-a uma opção mais saudável e indicado para pessoas com diabetes.

Mesmo assim, é preciso tomar cuidado e consumir moderadamente. Outro ponto importante: fique atento ao recheio, não adianta utilizar a opção mais saudável e incrementá-la com alimentos calóricos ou doces, que podem trazer prejuízos nutricionais.

Na dúvida, o melhor é conversar com o seu nutricionista para saber qual é a dieta mais adequada e saudável, intercalando com outros alimentos.

Tapioca salgada de linhaça com ovos mexidos e tomate

Ingredientes:

2 colheres (sopa) de farinha de tapioca (goma de mandioca hidratada)

1 colher (sopa) de semente de linhaça

1 presente

1 tomate picado e sem sementes

Orégano

Azeite

Sal

Modo de preparo:

Incorpore a farinha de tapioca com a semente de linhaça e leve a mistura para uma frigideira bem quente. Quando começar a grudar, vire. Faça um ovo mexido com o tomate, orégano e azeite e acrescente o sal.

Recheie a tapioca com o ovo mexido e feche.

A semente de linhaça nesta receita é indicada também no controle de diabetes, além de auxiliar no funcionamento do intestino, deixa a pele mais saudável, é ideal para limpar as artérias, já que tem em sua composição gorduras do bem monoinsaturadas e as poli-insaturadas ômegas 3 e 6.

 

Tapioca doce com amaranto, banana e tahine

Ingredientes:

2 colheres (sopa) de farinha de tapioca (goma de mandioca hidratada)

1 colher (sopa) de farinha de amaranto

1 colher (sobremesa) de tahine (pasta de gergelim)

1 colher (sopa) de xarope de agave

1 banana picada

Modo de preparo:

Incorpore a farinha de tapioca com a farinha de amaranto e coloque a mistura em uma frigideira bem quente. Deixe grudar e vire, acrescente a banana, o tahine e o agave. Feche e sirva.

O amaranto é um grão completo como o arroz com feijão, é rico em proteína, possui aminoácidos, moléculas orgânicas essenciais para o organismo.

 

Tapioca salgada crocante com cottage e minas padrão

Ingredientes:

200g de goma de tapioca

1 colher (sopa) de óleo de coco extravirgem ou manteiga

3 colheres (sopa) de cottage

2 colheres (sopa) de queijo minas padrão ralado

1 colher (café) de flor de sal

Modo de preparo:

Em uma frigideira pequena, aqueça em fogo baixo o óleo de coco ou a manteiga. Peneire a tapioca sobre a frigideira e quando ela formar uma casquinha, vire por cerca de 2 minutos.

Repita o processo mais 2 vezes, até que ela comece dourar e fique crocante. Retire do fogo e coloque o cottage e o queijo minas padrão ralado por cima, se preferir dê um toque de sal.

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